quinta-feira, 7 de abril de 2016



(Origem da Imagem)

Dos poucos livros que li (e foram mesmo poucos!!!), o que mais me marcou foi o Auto da Barca do Inferno, na altura, achava graça à linguagem do livro que éramos "obrigados" a ler na sala de aula. Nessa época não se utilizava, dentro da sala de aula, o vocabulário que se ouve hoje em dia. Por essa razão parecia-me estranho que fosse o professor a pedir para dizermos aqueles "palavrões". Atualmente gostava de assistir a uma aula de Português cujo tema fosse a leitura do livro. Certamente que existe outro à vontade na leitura da referida obra.

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