«O primeiro amor é sempre o último»
Este é um livro do escritor francófono de origem marroquina Tahar Ben Jelloun e pode ser lido com prazer e interesse tanto por alunos do secundário como por adultos.
Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia, o autor publicou vários romances, novelas, contos, poemas e ensaios sendo também cronista regular.
Esta obra apresenta-nos curtas narrativas, divertidas ou maliciosas, que nos falam da dificuldade de comunicação entre o homem e a mulher árabes, da incompreensão, da solidão, do amor, da sexualidade, do prazer e da dor e que tanto se inspiram nos episódios lendários de As mil e uma noites como nas narrativas realistas e saborosas do Decameron.
Esta obra foi traduzida por Ana Cristina Tavares (uma das modestas autoras deste blogue).
«A intensidade de um amor pode medir-se consoante a impaciência ou a extrema paciência da espera. No que chega ou não chega, sei que o mais belo é o tempo da espera, um espaço estendido como uma peça de roupa entre uma árvore e um pilar vacilante e longínquo que vislumbramos sem estar verdadeiramente definido.» p. 64
Muito bem Ana!
ResponderEliminarIsso é que é ler?!
Assim o nosso blogue vai estar sempre atualizado!:)
O problema é a falta de tempo! Tantos autores e obras e nós com uma vida tão curta!
ResponderEliminarAna, Viva o AMOR! :)
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
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